quarta-feira, 21 de maio de 2008

Escreve Miguel Albuquerque no JM de 21 de Maio

Funchal: a História Rapidinha

Quando se conjuga o talento e o humor o resultado é normalmente sublime. O talento, por vezes propensão inata, exige quase sempre muito trabalho e empenhamento. O humor, arte difícil e a amiúde traiçoeira, exige talento, inteligência e ritmo.
Em cena, no Baltazar Dias, “A História Rapidinha do Funchal” é já um sucesso. Assenta num humor irreverente, numa encenação original, num texto poderoso e hilariante e, sobretudo, no talento dos autores, cuja liberdade em cena lhes permite com frequência o recurso ao improviso.
Depois do sucesso do TEF, e o êxito dos “Miseráveis”, estou certo que “A História Rapidinha” vai cativar o público madeirense. O teatro, na nossa terra, felizmente, está bem e recomenda-se.
Parabéns ao Tiago Goes, ao Nuno Morna, ao Pedro Ribeiro, à Mara Abreu, à Maria Garcês e ao Paulo Lopes.
A última cena é de antologia. Divinal.
Uma peça e, sobretudo, uma acelerada e louca “história” a não perder.

Miguel Albuquerque

2 comentários:

marta garces disse...

Uma verdadeira honra! =)

Filipa Garcês disse...

Uma verdadeira honra o tanas menina Marta!honra é receber um elogio da mana mais velha:P
Inda ñ vi a peça mas a avaliar pelo excelente feedback k têm recebido dos vossos espectadores só me resta parabenizá-los antecipadamente!é no k dá kando pessoas talentosas se juntam;)e já agora aki vai uma breve rima em vossa homenagem:

Seis malucos juntaram-se
Para a história do Funchal contar
Se continuarem com este êxito
Na história desta cidade vão ficar;)

Beijinhos para todos mas em especial para a minha maninha k ADORO:)

Assinado: a vossa fã Filipa Garcês